A Melhor Maneira de Aprender Inglês

A Melhor Maneira de Aprender Inglês (Segundo a Ciência e a Experiência de Professores)

Por Marcelo Paschoal Pizzut
Professor de Inglês e Psicólogo

Se você está aprendendo inglês, já deve ter se perguntado: “Qual é o jeito mais eficaz de dominar o idioma?” A resposta não é única, mas pesquisas e relatos de professores ao redor do mundo mostram que alguns métodos funcionam melhor do que outros – especialmente para quem estuda inglês como língua estrangeira (como no Brasil, onde o idioma não é amplamente usado no dia a dia).

Vamos explorar os principais fatores que fazem a diferença no aprendizado, com base em estudos e depoimentos reais de quem conseguiu fluência!


1. Recursos Fazem Toda a Diferença

Um estudo com professores indonésios (Rintaningrum, 2016) mostrou que quem tem acesso a bons materiais aprende mais rápido. Isso inclui:

  • Livros e artigos em inglês (não só os didáticos, mas também revistas, romances, etc.).
  • Ferramentas digitais (YouTube, podcasts, aplicativos como Duolingo ou Anki).
  • Mídias em inglês (filmes, séries, músicas com legenda).

“Quando comecei a assistir a filmes sem dublagem e a ler notícias em inglês, meu vocabulário explodiu!” – Relato de um professor entrevistado.

Dica prática: Não precisa gastar muito. Use bibliotecas gratuitas, como o Project Gutenberg (para e-books) e o BBC Learning English (para aulas online).


2. Aprender Deve Ser Divertido

Se você encara o inglês como uma obrigação chata, seu cérebro resiste mais. Mas se transformar o estudo em algo prazeroso, o aprendizado flui naturalmente.

  • Assista a séries e filmes que você já gosta, mas em inglês.
  • Ouça músicas e tente entender a letra.
  • Jogue videogames com diálogos em inglês.

“Amo aprender inglês porque me divirto com isso. Não é só gramática!” – Depoimento de uma estudante.

Dica extra: Crie um “diário em inglês” sobre coisas que você gosta (filmes, viagens, hobbies).


3. Persistência > Talento

Muita gente desiste do inglês porque acha que “não tem jeito”. Mas a verdade é que ninguém aprende sem errar.

“Eu não tinha livros, então ia à biblioteca copiar páginas para estudar. Nunca parei.” – Relato de um professor que virou fluente assim.

Como manter a motivação?

  • Estabeleça metas pequenas (ex.: “Hoje vou aprender 5 palavras novas”).
  • Não tenha medo de falar errado – erros fazem parte.
  • Encontre um grupo de estudo ou parceiro de conversação.

4. Pratique em Diferentes Situações

Sabe por que muita gente estuda anos e ainda trava na hora de falar? Porque só pratica em contextos controlados (sala de aula, exercícios de gramática).

Para virar fluente, você precisa:

  • Falar (mesmo que sozinho ou com apps como Tandem).
  • Escrever (redes sociais, diários, comentários em fóruns).
  • Ouvir (podcasts, entrevistas, vídeos sem legenda).

“Quando comecei a dar aulas de inglês, meu nível melhorou muito porque precisei usar o idioma de verdade.” – Professora entrevistada.


5. Esqueça a Pressão por “Soar Como Nativo”

Muitos alunos se cobram para falar inglês perfeitamente, sem sotaque. Mas a verdade é que:

  • Isso não é necessário para se comunicar bem.
  • Até mesmo falantes nativos cometem erros.

Foque em ser claro, não em ser “perfeito”.


Conclusão: O Segredo é Combinar Tudo Isso!

Resumindo, para aprender inglês de forma eficaz:
✅ Tenha acesso a bons recursos (livros, apps, mídias).
✅ Divirta-se no processo (use o inglês para coisas que você já gosta).
✅ Seja persistente (não desista nos primeiros erros).
✅ Pratique em contextos reais (fale, escreva, ouça).
✅ Não se cobre demais – comunicação é mais importante que perfeição.

E você? Qual método tem funcionado melhor para o seu aprendizado? Conte nos comentários!

Referências:

  • Rintaningrum, R. (2016). I Find It Easy To Learn English When…
  • Rintaningrum et al. (2017). The Influence of Student Background on English Proficiency.

Marcelo Paschoal Pizzut
Professor de Inglês e Psicólogo
Professor de Inglês Online Professor +55 51 99504 7094

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Assista esse vídeo e responda essas questões:

Here are 10 comprehension and critical thinking questions about your mystery story, formatted with Bloom’s Taxonomy progression from basic to advanced:

Basic Comprehension (Remembering)

  1. What time did all the clocks stop in the story, and why was this significant?
  2. What three strange clues did Detective Almeida find at the crime scene?

Understanding Concepts

  1. How did the mistake with the word “forty” help solve the crime? Explain the grammatical error.
  2. Why was Charles Dunbar’s use of the word “tree” instead of “three” an important clue?

Application & Analysis

  1. If you were the detective, what other English mistakes might you look for as evidence? (Example: confusing “their/there/they’re”)
  2. The notebook said: “The truth is between ‘then’ and ‘than’.” How did this hint at the killer’s identity?

Evaluation & Critical Thinking

  1. Do you think the supernatural elements (like the whispering clock) helped or hurt the investigation? Why?
  2. The killer was caught because of his English errors. Is this a realistic way to solve crimes? Give examples from real life.

Creative Extension

  1. Rewrite the ending: How would the story change if the killer had perfect English but made a different mistake?
  2. Create your own “grammar clue” for a new crime scene. Example: A note with “Your late!” instead of “You’re late!”

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